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A integração
significa políticas comuns
Desde a década de 50, a Europa formulava maneiras de atuar conjuntamente
diante da crescente complexidade do cenário econômico. Nos anos
seguintes houve continuamente a criação de acordos e políticas
que resultassem em maior cooperação entre os países do
continente.
Finalmente, em 1992, o Tratado de Maastricht foi assinado pelos países
membros do Parlamento Europeu (criado em 1967) dando origem à União
Européia (EU). Sua integração econômica e política
gerou decisões conjuntas sobre políticas comuns em uma gama muito
ampla de campos, da agricultura à cultura, do consumo à competência,
do meio ambiente e energia ao transporte e o comércio.
No princípio, a atenção centrava-se em soluções
que atendessem às necessidades de setores como carvão, aço
e agricultura. Com os anos surgiram outros aspectos frutos de mudanças
no cenário mundial, tanto no tocante à economia e política,
quanto no referente ao desenvolvimento científico e social. Por exemplo,
o objetivo da política agrícola já não é
produzir tantos alimentos quanto seja possível do ponto de vista econômico,
e sim apoiar métodos de cultivo que resultem em uma produção
de alta qualidade e que protejam o meio ambiente. Aliás, a necessidade
de proteção do meio ambiente é agora considerada em todas
as políticas da UE.
Suas relações com outros países colocaram em pauta acordos
comerciais internacionais, o desenvolvimento de uma Política Externa
e de Segurança Comum, além de um fundo de ajuda para outros países.
O mercado único
Eliminar todos os obstáculos ao comércio e converter o "mercado
comum" em algo único e autêntico onde mercadorias, serviços,
pessoas e capital pudessem mover-se livremente não foi tarefa fácil.
O mercado único completou-se formalmente no final de 1992 ainda que,
algumas questões como a criação de um mercado único
de serviços financeiros, não tenha sido plenamente alcançado.
Durante os anos 90 foi mais fácil para as pessoas deslocarem-se pela
Europa, pois os controles de passaportes e alfândegas foram suprimidos
na maior parte das fronteiras internas da UE. Uma conseqüência foi
uma maior mobilidade para seus cidadãos; deste 1987, por exemplo, mais
de 1 milhão de jovens europeus têm realizado estudos no estrangeiro
com o apoio da UE.
A moeda única: o euro no seu bolso
Em 1992, a UE decidiu empreender-se em uma união econômica
e monetária (UEM) que supunha a introdução de uma moeda
européia única gerenciada por um Banco Central Europeu. Essa moeda
(o euro) transformou-se em realidade em 1 de janeiro de 2002, quando substituiu
as moedas nacionais em 12 dos 15 países da União (Bélgica,
Alemanha, Grécia, Espanha, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo,
Países Baixos, Áustria, Portugal e Finlândia).
A família cresce
Já faziam parte do grupo interessado em criar um bloco econômico,
Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países
Baixos. Mas a família cresceu em tamanho mediante sucessivas ondas de
adesões. Dinamarca, Irlanda e Reino Unido uniram-se em 1973, seguidos
pela Grécia em 1981, Espanha e Portugal em 1986. Após a criação
formal da União Européia, em 1992, Áustria, Finlândia
e Suécia aderiram no ano de 1995.
A EU prepara-se agora para acolher outros dez países da Europa Oriental
e Meridional: Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, Hungria,
Letônia, Lituânia, Malta, Polônia e a República Checa,
países cuja adesão está prevista para 2004.
Bulgária e Romênia aguardam para alguns anos após e a Turquia
é também candidata.
Para garantir que a UE possa continuar funcionando eficazmente com 25 membros
ou mais, seu sistema de tomada de decisões deve ter mais fluidez. Por
isso o Tratado de Niza, que entrou em vigor em 1 de fevereiro de 2003, fixa
novas normas sobre o tamanho das instituições da UE e sua forma
de trabalho.
Para mais informações, verifique diretamente na fonte deste texto:
o site da União Européia:
http://europa.eu.int
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